Arranque do peito a dor,
jogue ao léu as lembranças ruins,
esqueça seus pesares,
Aceite com orgulho suas cicatrizes, e flores secas,
lustre outra vez as colunas de bronze, exponha-as ao sol
É hora de recomeçar, arar com entusiasmo, sem olhar para o passado, plantar novas sementes,
esperar virtuosas colheitas.
Um tempo novo vai começar, e com ele novos sonhos, novas esperanças, muitos verões, novos passos na areia que corre,
novos rumos, eternos prumos, novos alicerces.
É sempre assim, o passado vira trampolim para o futuro, e em lugar de dor, cântico, em lugar de cinza, júbilo, com o restante das lágrimas, bálsamo.
Deus planta rios no ermo, flores no deserto e édens na alma de quem crer.
Reúna a madeira apodrecida, as sobras dos amores, os resquícios dos favos, recicle e reconstrua,
Um templo está prestes a surgir da fênix,
Os sonhos roubados, serão florida primavera,
e o vento que trás o aguaceiro, também dissolve as nuvens pesadas, empurrando-as para o vácuo, donde morrem enfim.
As velhas fontes, os poços antigos, os jardins secretos, ainda darão água com flores em profusão adornando suas bordas.
Pois ninguém põe fim ao curso das águas nascidas no trono de Deus, elas são purificadoras e restauram a alma.
BOA TARDE!!!!!!!
Judite Araujo.

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