Jamais....
Jamais negarei as dores do meu caminho, nem as alegrias também
Jamais negarei os calos e espinhos, nem as flores também
Jamais negarei as angustias, nem as vitorias também
jamais negarei os enganos do meu caminho, nem as verdades também
Estou progredindo a cada passo, e continuo caminhando
Jamais negarei os golpes no percurso, nem as surpresas boas também
Jamais negarei as dúvidas nas bifurcações, nem os acertos também
Estou fazendo escolhas a todo instante, pois continuo caminhando.
Jamais negarei os golpes sofridos no caminho, nem o crescimento também
Jamais negarei as lágrimas, nem os sorrisos também
Pode ser que eu ainda chore, pois sigo caminhando
Jamais negarei as decepções do meu caminho, nem o crescimento também
Jamais negarei a má semeadura do meu caminho, nem as boas colheitas também
Pode ser que ainda erre na escolha da semente, pois ainda continuo caminhando
Jamais negarei o ardor das provas em meu caminho, nem a calmaria também,
Jamais negarei o deserto que me abrasou no caminho, nem as nuvens e sombras que me proporcionaram descanso
Para cada prova diária, enfrentamos calor ou frio, pois continuamos caminhando
Jamais negarei a fome do caminho, nem a provisão de pão que nele Deus me deu
Jamais negarei minhas maldades, nem minhas boas intensões
Jamais negarei as pedradas do meu caminho, nem as bênçãos recebidas
Pode ser que eu ainda sofra, pode ser que eu pise serpentes ou ache laços e trampas,
pode ser que caminhe muito só, chorando ou sorrindo,
Jamais negarei os judas do meu caminho, nem os Barnabés também
amando ou lutando para perdoar todas as feridas adquiridas no percurso,
Mas jamais negarei que independente de ter ou não companhia, sucesso na caminhada ou do desnorteamento sentido muitas vezes,
Dos acertos e erros, lágrimas e sorrisos,
A mão eterna desenhou meu caminho, projetou suas sombras, escreveu seu percurso,
colocou as pedras em lugares estratégicos, provando minha resistência, analisando minha resistência, moldando meu caráter.
e vela de cima todo instante, para ver meus progressos e me amparar nas quedas.
Sei que chegarei no fim, com um saldo de boas e reais experiências,
vividas na fornalha, vividas na calmaria, estando de pé para perdoar sorrindo a quem me quis mal,
e abraçar feliz a quem me incentivou.
Enfim, jamais negarei que se sofre nesse caminho chamado vida, mas nunca negarei que nele também somos imensamente felizes.
Judite Araujo - Palavras e Diamantes.
Jamais negarei as dores do meu caminho, nem as alegrias também
Jamais negarei os calos e espinhos, nem as flores também
Jamais negarei as angustias, nem as vitorias também
jamais negarei os enganos do meu caminho, nem as verdades também
Estou progredindo a cada passo, e continuo caminhando
Jamais negarei os golpes no percurso, nem as surpresas boas também
Jamais negarei as dúvidas nas bifurcações, nem os acertos também
Estou fazendo escolhas a todo instante, pois continuo caminhando.
Jamais negarei os golpes sofridos no caminho, nem o crescimento também
Jamais negarei as lágrimas, nem os sorrisos também
Pode ser que eu ainda chore, pois sigo caminhando
Jamais negarei as decepções do meu caminho, nem o crescimento também
Jamais negarei a má semeadura do meu caminho, nem as boas colheitas também
Pode ser que ainda erre na escolha da semente, pois ainda continuo caminhando
Jamais negarei o ardor das provas em meu caminho, nem a calmaria também,
Jamais negarei o deserto que me abrasou no caminho, nem as nuvens e sombras que me proporcionaram descanso
Para cada prova diária, enfrentamos calor ou frio, pois continuamos caminhando
Jamais negarei a fome do caminho, nem a provisão de pão que nele Deus me deu
Jamais negarei minhas maldades, nem minhas boas intensões
Jamais negarei as pedradas do meu caminho, nem as bênçãos recebidas
Pode ser que eu ainda sofra, pode ser que eu pise serpentes ou ache laços e trampas,
pode ser que caminhe muito só, chorando ou sorrindo,
Jamais negarei os judas do meu caminho, nem os Barnabés também
amando ou lutando para perdoar todas as feridas adquiridas no percurso,
Mas jamais negarei que independente de ter ou não companhia, sucesso na caminhada ou do desnorteamento sentido muitas vezes,
Dos acertos e erros, lágrimas e sorrisos,
A mão eterna desenhou meu caminho, projetou suas sombras, escreveu seu percurso,
colocou as pedras em lugares estratégicos, provando minha resistência, analisando minha resistência, moldando meu caráter.
e vela de cima todo instante, para ver meus progressos e me amparar nas quedas.
Sei que chegarei no fim, com um saldo de boas e reais experiências,
vividas na fornalha, vividas na calmaria, estando de pé para perdoar sorrindo a quem me quis mal,
e abraçar feliz a quem me incentivou.
Enfim, jamais negarei que se sofre nesse caminho chamado vida, mas nunca negarei que nele também somos imensamente felizes.
Judite Araujo - Palavras e Diamantes.

Nenhum comentário:
Postar um comentário