PAZ DE PENA
-Que é a paz mãe, pergunta o menino inquieto,
- ah! menino vc pergunta demais, estou tão ocupada!
- é que quero aprender mãe como é a arte da guerra!
A mãe espantada diz:
-Que é a paz mãe, pergunta o menino inquieto,
- ah! menino vc pergunta demais, estou tão ocupada!
- é que quero aprender mãe como é a arte da guerra!
A mãe espantada diz:
- arte de que?
- arte da guerra mãe, pois se eu souber o que é a paz, talvez quando crescer, eu tenha uma solução para os homens não guerrearem mais uns com os outros.
- mãe, só mais uma pergunta: - a paz nasce de uma semente, ou como ela é representada?-
- humilde como era a mulher franze o senho, - era muito esperto seu lindo menino, que curiosidade!
- sei lá filho, a paz é a paz ora. Acho que vem do coração de Deus.
- Ah, então a guerra vem do coração do diabo mãe? - pergunta o pequeno com avidez.
- Humm, pensa um pouco a mulher atarefada. pode ser filho, pode ser.
-A senhora não tem certeza mãe?
- Oh, filhinho vá brincar vá.... depois te explico sobre a paz e a guerra.
Pegando o menino pela mão, a mãe o leva ate a sacada da pequena casinha naquele morro pobre, aponta a sua frente e diz: - filho, a guerra é como aquele corvo feio ali na frente, pronto pra devorar qualquer detrito putrificado que encontrar. - A paz entretanto, é como aquela pombinha branca que está pousando no telhado da vizinha.... pronto. agora vá já tá explicado.
O menino sai correndo alegre, volta alguns poucos minutos depois aos prantos.
- que foi pergunta a mãe aflita.
- em soluços o menino diz entre lágrimas.
- já aprendi a arte da guerra mamãe... ela é cruel, ela é terrível.
- que aconteceu filho, não chore... conte-me. E com amor abraça seu pequeno estreitando-lhe nos braços amorosos.
- que foi querido ? -A PAZ, mãe, a nossa paz, de pomba, paz de pena, acabou de morrer, com a pedrada certeira da baladeira, do garoto maroto que sumiu na esquina.
- Filho. era só um exemplo meu amor, a verdadeira paz, está em Deus e sempre viva, firme, inabalável e a inteira disposição dos homens que a quiserem através de seu filho Jesus Cristo. Por isso ele morreu para que não tenhamos que esperar por uma paz sem esperança, sem graça paz de penas e por algo tão frágil que nos decepcione.
A paz, nasce do eterno amor de Deus, e nos cerca como beijos de amor, como carinho de mãe,
A mulher falou e falou e nem percebeu que o filho adormecera em seus braços, ao colocá-lo em um catre envelhecido, o menino esboça um sorriso e diz:
OBRIGADA MAMÃE, POR ME DIZER ONDE ESTÁ A PAZ E QUEM A GUARDA. A PAZ NÃO É DE PENA, A PAZ É FEITA DE CÉU, É FEITA DE DEUS.
- arte da guerra mãe, pois se eu souber o que é a paz, talvez quando crescer, eu tenha uma solução para os homens não guerrearem mais uns com os outros.
- mãe, só mais uma pergunta: - a paz nasce de uma semente, ou como ela é representada?-
- humilde como era a mulher franze o senho, - era muito esperto seu lindo menino, que curiosidade!
- sei lá filho, a paz é a paz ora. Acho que vem do coração de Deus.
- Ah, então a guerra vem do coração do diabo mãe? - pergunta o pequeno com avidez.
- Humm, pensa um pouco a mulher atarefada. pode ser filho, pode ser.
-A senhora não tem certeza mãe?
- Oh, filhinho vá brincar vá.... depois te explico sobre a paz e a guerra.
Pegando o menino pela mão, a mãe o leva ate a sacada da pequena casinha naquele morro pobre, aponta a sua frente e diz: - filho, a guerra é como aquele corvo feio ali na frente, pronto pra devorar qualquer detrito putrificado que encontrar. - A paz entretanto, é como aquela pombinha branca que está pousando no telhado da vizinha.... pronto. agora vá já tá explicado.
O menino sai correndo alegre, volta alguns poucos minutos depois aos prantos.
- que foi pergunta a mãe aflita.
- em soluços o menino diz entre lágrimas.
- já aprendi a arte da guerra mamãe... ela é cruel, ela é terrível.
- que aconteceu filho, não chore... conte-me. E com amor abraça seu pequeno estreitando-lhe nos braços amorosos.
- que foi querido ? -A PAZ, mãe, a nossa paz, de pomba, paz de pena, acabou de morrer, com a pedrada certeira da baladeira, do garoto maroto que sumiu na esquina.
- Filho. era só um exemplo meu amor, a verdadeira paz, está em Deus e sempre viva, firme, inabalável e a inteira disposição dos homens que a quiserem através de seu filho Jesus Cristo. Por isso ele morreu para que não tenhamos que esperar por uma paz sem esperança, sem graça paz de penas e por algo tão frágil que nos decepcione.
A paz, nasce do eterno amor de Deus, e nos cerca como beijos de amor, como carinho de mãe,
A mulher falou e falou e nem percebeu que o filho adormecera em seus braços, ao colocá-lo em um catre envelhecido, o menino esboça um sorriso e diz:
OBRIGADA MAMÃE, POR ME DIZER ONDE ESTÁ A PAZ E QUEM A GUARDA. A PAZ NÃO É DE PENA, A PAZ É FEITA DE CÉU, É FEITA DE DEUS.

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