terça-feira, 4 de novembro de 2014

As ondas batiam ferozes sobre o barco toda a noite, o vento, o frio e o medo eram açoites mais ferozes que a furia do mar, indo a esmo o barquinho subia e descia sem rumo, ao capricho das gigantes ondas. Remos perdidos, escuro, bruma e cansaço, pareciam roubar a cena.
Mas lá no secreto daquele coração marinheiro a ESPERANÇA bradava: Não desanime, resiguine-se, nunca se entregue, No caminho de uma grande tormenta, sempre haverá um brilhante farol.
Judite Araujo.

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