FACA DE BORRACHA
Quanto estamos dispostos a sacrificar?
E que tipo de sacrifício estamos dispostos a fazer pela obra de Deus e pelas pessoas que nos rodeiam?
Quantas vezes prometemos um tipo de compromisso que em palavras é perfeito, mas quando ele exige a real atitude de decisão, parece que nem fomos nós a prometer.
Nos armamos, organizamos todo o necessário para subir a montanha, e a subimos, tomamos todas as precauções, e até apregoamos o que faremos aos quatro ventos.
Só que ao chegar ao cume, e depois de por lenha e fogo, amarramos muito bem nosso cordeiro, o contemplamos e deferimos o golpe fatal, só que nossa faca é de BORRACHA.
Achamos que agindo com quase tudo perfeito, enganamos a Deus, ou ganharemos seu apoio para tal barganha, baseados em nossas boas intensões, mas revestidas de frivolidades. Mas Ele não se vende, seu querer e suas ordens não estão a venda. Engana-se aquele que pensa ludibriar a consciência divina.
Um sacrifício só é plenamente válido e aceito diante de Deus, independente do tipo de esforço e do tempo que se gaste criando coragem para realiza-lo, se for tal qual Deus exige.
Abraão não está na história meramente, ele realmente esteve disposto a obedecer a vontade e as medidas de Deus. Sua faca não era de borracha, era real e cortava.
Não ofereça a Deus um sacrifício pela metade, ele é Deus de completude, Deus de inteiros, caso contrário derramará apenas gotas de sua bondade sobre sua vida.
Ele te dará na mesma medida que estiveres disposto a doar-lhe.
Sinceridade deve dominar e nortear o coração de quem sacrifica na obra e no reino de Deus. Pois de nada adianta subirmos a montanha, com tudo aparentemente certo e pronto, e no momento decisivo nosso instrumento principal ser uma faca de borracha.
Não estando disposto a perdas, não se merece ganhos, o reino de Deus não é troca, mas uma real doação dos nossos inteiros. Coração, mente e intenção, reunidos e determinados a servir e agradar aquele que não poupou o próprio Filho por nós.
A tudo Deus vê, e está atento a todas as nossas limitações, mas sempre observando nossas entregas.
Na medida do que sacrificamos, do que entregamos, principalmente a oferta que mais nos custe entregar.
Seremos galardoados, pois ele paga com moeda justa. Deus jamais fica a dever aos homens, pelo contrário, se tudo dermos, se tudo oferecermos, se tudo abrirmos mão, ainda assim lhe seremos devedores, mas seremos recompensados, pois ele paga com moeda justa. Deus não exige mais do que possamos dar, ele simplesmente não quer que vivamos presos a ilusões passageiras, e a sacrifícios tolos, por isso o Espírito Santo é nossa fiel companhia.
E a maior recompensa é de fato sua presença conosco no caminho, sua companhia tornará menos sofrida, a nossa caminhada nesta vida.
Judite Araujo
Quanto estamos dispostos a sacrificar?
E que tipo de sacrifício estamos dispostos a fazer pela obra de Deus e pelas pessoas que nos rodeiam?
Quantas vezes prometemos um tipo de compromisso que em palavras é perfeito, mas quando ele exige a real atitude de decisão, parece que nem fomos nós a prometer.
Nos armamos, organizamos todo o necessário para subir a montanha, e a subimos, tomamos todas as precauções, e até apregoamos o que faremos aos quatro ventos.
Só que ao chegar ao cume, e depois de por lenha e fogo, amarramos muito bem nosso cordeiro, o contemplamos e deferimos o golpe fatal, só que nossa faca é de BORRACHA.
Achamos que agindo com quase tudo perfeito, enganamos a Deus, ou ganharemos seu apoio para tal barganha, baseados em nossas boas intensões, mas revestidas de frivolidades. Mas Ele não se vende, seu querer e suas ordens não estão a venda. Engana-se aquele que pensa ludibriar a consciência divina.
Um sacrifício só é plenamente válido e aceito diante de Deus, independente do tipo de esforço e do tempo que se gaste criando coragem para realiza-lo, se for tal qual Deus exige.
Abraão não está na história meramente, ele realmente esteve disposto a obedecer a vontade e as medidas de Deus. Sua faca não era de borracha, era real e cortava.
Não ofereça a Deus um sacrifício pela metade, ele é Deus de completude, Deus de inteiros, caso contrário derramará apenas gotas de sua bondade sobre sua vida.
Ele te dará na mesma medida que estiveres disposto a doar-lhe.
Sinceridade deve dominar e nortear o coração de quem sacrifica na obra e no reino de Deus. Pois de nada adianta subirmos a montanha, com tudo aparentemente certo e pronto, e no momento decisivo nosso instrumento principal ser uma faca de borracha.
Não estando disposto a perdas, não se merece ganhos, o reino de Deus não é troca, mas uma real doação dos nossos inteiros. Coração, mente e intenção, reunidos e determinados a servir e agradar aquele que não poupou o próprio Filho por nós.
A tudo Deus vê, e está atento a todas as nossas limitações, mas sempre observando nossas entregas.
Na medida do que sacrificamos, do que entregamos, principalmente a oferta que mais nos custe entregar.
Seremos galardoados, pois ele paga com moeda justa. Deus jamais fica a dever aos homens, pelo contrário, se tudo dermos, se tudo oferecermos, se tudo abrirmos mão, ainda assim lhe seremos devedores, mas seremos recompensados, pois ele paga com moeda justa. Deus não exige mais do que possamos dar, ele simplesmente não quer que vivamos presos a ilusões passageiras, e a sacrifícios tolos, por isso o Espírito Santo é nossa fiel companhia.
E a maior recompensa é de fato sua presença conosco no caminho, sua companhia tornará menos sofrida, a nossa caminhada nesta vida.
Judite Araujo

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