quarta-feira, 5 de novembro de 2014
Os braços que me abraçam
Os braços que me amparam são eternos,
juraram um dia e não se arrependerão.
Estarão em volta de mim, agora, aqui e até a eternidade.
Os braços que me amparam não desfalecem,
neles estarei abrigada e segura, para não ter medos , nem receios,
braços fortes do meu Deus que não cansam, não fatigam, não envelhecem.
Os braços que me amparam, estarão em meu regaço até que a morte me beije a fronte, são eternos e me alcançam desde os céus.
Os braços que me amparam,
enfrentam comigo inúmeras tempestades, vendavais e ventos fortes,
me ocultam nas muitas crises e continuam firmes em volta de mim
quando as sombras provocam medos, quando tremores sacodem minha alma,
Os braços que me amparam, não me elegeram porque mereça,
estão em volta de mim exatamente pela minha total dependência, pela minha insuficiência e imaturidade.
Mais que o amor materno, mais que a responsabilidade paterna,
a proteção desses braços por nada é superada.
Braços de amor, braços leais, braços da verdade.
Nesses braços não há carência, tudo suprem, se entregam por inteiro,
Asas do Onipotente,
Escudo e broquel,
Sombra e calor,
Fogo e nuvem,
Afeto e romance,
Perfume e cor,
Juraram um dia e não se arrependerão.
Nesses braços sempre serei filha, sempre amada, sempre guardada, sempre defendida, sempre mulher, pra sempre especial.
( Judite Araujo).
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