terça-feira, 4 de novembro de 2014


Sabe esses momentos que surgem de repente, trazendo uma surpreza que nos faz chorar e rir?
Onde a roupa da felicidade veste como uma luva nossa nossa vida toda?
Parecemos meninos, rindo a toa, felizes apenas pelo agora,
sem preocupações, sem desconfianças, sem medos, sem perdas, apenas vida para qualquer ponto que se olhe.
Esses momentos que nos levantam, nos impulsionam a crer e prosseguir, a realizar antigos projetos, mesmo a despeito de toda desesperança, de todo funesto sonho quebrado?
Ah, quem pode esperar de DEUS menos que amor, bondade e surprezas?
Quem pode medir sua vontade de agir , ou impedir o sol de brilhar quando a mão do Todo Poderoso toca os raios e os envia para nos aquecer e iluminar?
Apenas crer é o que ele pede, apenas esperar é o que devemos,
Nada como um dia depois do aguaceiro, e nada como uma canção depois de uma vitória. Nada como uma uma noite de rogos e uma manhã de respostas.
Nada como ouvir seu nome no meio da multidão, numa promessa que se renova numa profecia, nossas promessas jamais envelhecem, elas maduram, para sentirmos todo seu sabor quando tocarem a terra, e acharem o pouso de nossa alma.
Por instantes ficamos assim, bobos, lindos, leves, risonhos de rosto e alma,
ensaiando milhões de obrigados e ósculos para os divinos pés de quem prepara nossas surprezas e gera no sagrado silêncio nossas promessas.
( Judite Araujo).

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