segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Moldados na mão do oleiro

Somos vasos, moldados pelas mãos de Deus,
hora amassados, hora no fogo, horas ao sol,
mas sempre que o vaso fica de pé, sua boca fica sempre para cima,
pois é de Deus que recebemos, para Ele devem ser nossas queixas, pedidos e segredos,e nossa prestação de contas, mas estamos sempre em construção,
dependo dos ajustes da graça, e do toque sem igual do seu maravilhoso Espírito.
Cada vez, se necessário, novamente em oficina, quebrados e refeitos, até que o caráter de Cristo seja moldado em nós.
Em fragilidade sim, porém o barro quebrado, esmiuçado, pode ser pensado uma reparação, e enquanto houver no vaso uma imperfeição, o oleiro não retirará suas mãos eficientes, pois há um glorioso propósito: que o vaso na sua fragilidade seja o condutor do tesouro da excelência divina, nunca por seus méritos, mas pelo poder de Deus (2Co 4.7).
Mantenhamos nosso vaso sem ambições, vazios de ego e presunção, sempre abertos para Deus, sempre dispostos aos ajustes do oleiro, sempre dependentes da sua soberania. É melhor ser um vaso simples se barro, sendo útil, que ser vaso de ouro, vivendo apenas para enfeite, num canto qualquer.
( Judite Araujo).Moldados na mão do oleiro

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