terça-feira, 4 de novembro de 2014

Portas de serviço conjugal

Portas de serviço conjugal

É mais sublime o amor que amadurece,
e que apesar dos percalços, mantém um casal unido enquanto envelhecem juntos, do que os ardorosos arroubos da paixão que os aproximou no início da caminhada.
A paixão é apenas uma porta, mas na persistência das chamas sopradas pelos dois, nasce a maturidade do amor.
Há portas diversas que servem o relacionamento conjugal, para bem ou para mal, portanto, devem ser vigiadas. Se deixarmos entrar por elas o impróprio e pecaminoso, e deixarmos sair o essencial, veremos murchar a INTEGRIDADE que sustenta o relacionamento. Uma nuvem apenas de infidelidade na mente, ou uma atitude equivocada que deixe sombras sobre o caráter, pregam a morte do amor que a tudo embeleza.
Se as portas do matrimônio servem apenas de saída e entrada para a satisfação pessoal dos cônjuges, é provável que os erros se acumulem uns sobre os outros na trajetória, e provoquem terremotos contantes na estrutura familiar. Para manter o equilíbrio entre as portas que servem o relacionamento, é primordial que a mais excelente delas: "COMUNHÃO" seja exclusiva e direcionada para o CÉU.
Não haverá jamais felicidade completa e satisfatória, se Deus não estiver alicerçando o relacionamento. Buscar isoladamente o suprimento emocional que precisamos em nós mesmos, ou no cônjuge, nos dará a sensação de fracasso constante, pois só nos laços com Deus um relacionamento se fortalece, cresce e se completa. E terá oxigênio suficiente para encarar o caminho a frente com todas as suas curvas, subidas e descidas, e todas as suas bifurcações.
Maturidade é a porta de acertos e erros, que somados, resultam num relacionamento que propaga-se mais fortemente à medida que é aperfeiçoado enquanto é provado.
Judite Araujo. ( O poder do sexo no casamento cristão).

Nenhum comentário:

Postar um comentário