sábado, 22 de novembro de 2014


Os discípulos estavam tão animados e despertados para evangelizarem o mundo, tão grande o amor e a imperativa ordem que os impulsionava, que corriam o risco de sair sem a companhia do Espírito Santo. Por isso Jesus os mandou ficar em Jerusalém e esperar que o Espírito Santo os revestisse de poder e autoridade, e fosse e cooperasse com eles em todos os lugares.
Pois não bastam só paixão, ardor, motivação e disposição a movimentar as entranhas do evangelista. É imprescindível o companheirismo do Espírito Santo a impulsionar o ide e dirigir a obediência de quem se dispõe para e pelo Evangelho.
É ele o agente quem nos mantém em equilíbrio e comunhão com o amor de Deus e a graça de Cristo, para assim anunciá-los ao nosso próximo (2Co 13.13). Pois é impossível nascer credibilidade e aceitação no coração do pecador, só com o nosso conhecimento da Palavra, sem a atuação eficiente do Espírito convencendo do pecado, da justiça e do juízo.
O maior cooperador do evangelho não é quem o anuncia, é quem convence testificando a respeito dele, o próprio Espírito Santo.
(Do manuscrito Poder do Evangelho)
Judite Araujo.

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