quarta-feira, 21 de janeiro de 2015


Esse vento livre que passa deixando um rastro de frescor,
Essa uniformidade entre vida e natureza,
Esse deslumbre que apetece os olhos
Esse enlevo que cantarola na suavidade da alma.
Tem nome? tem rosto? tem rima?
Essa absurda alegria, que vislumbra fogos estourando
nos céus,
e pássaros cortejando flores,
Essa brisa que enche os prados de vida
Essa mão divina que borda todo o chão de amarelo,
Como um tapete onde Deus pisa.
Tem forma? tem história? tem glória?
Esse poema tem rima, tem cor, tem vida,
Essa é uma canção solfejada pelo vento,
balbuciada sem pressa pela natureza,
almejada com esmero por todos nós.
Corrente como a água,
fulgente como uma estrela,
doce como um beijo,
ardente como o fogo de um amor...
é triunfante, é necessária, é vida, é LIBERDADE!!!!
Judite Araujo.